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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

AJURIS em Brasília contra a Previdência Complementar

Com o objetivo de fortalecer a luta contra a aprovação do projeto de lei 1.992/2007 na Câmara dos Deputados, o presidente Pio Giovani Dresch viajou para Brasília nesta terça-feira (28/2), dia em que está prevista a votação do PL. A proposta cria um fundo de Previdência Complementar para os servidores públicos federais titulares de cargo efetivo e também fixa o limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões ao teto pago pelo Regime Geral (RGPS), atualmente em R$ 3.691,74. Acima deste valor, o funcionário deverá aderir à nova Fundação da Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), que será criada caso o projeto de lei seja aprovado.

Mesmo que não envolva o setor público estadual, a matéria é de extrema importância para nós porque pode abrir caminho para mudanças também no regime previdenciário do Rio Grande do Sul”, afirma Pio Dresch. O magistrado lembra que, tanto no Brasil quanto em outros países, já houve quebras de fundos privados de Previdência que deixaram seus beneficiários desprotegidos. “Existem fortes interesses políticos e econômicos por trás dessa iniciativa, pois a previsão é de que este fundo de pensão do servidor público federal possa movimentar até R$ 20 bilhões nos próximos cinco anos.”

No começo de fevereiro, na reunião do Conselho de Representantes da AMB, o presidente Pio Dresch propôs uma mobilização da Magistratura contra o PL 1.992. Hoje, ele estará junto nesta luta, na Capital Federal, ao lado de outras lideranças das Associações de Magistrados que foram conclamadas pela entidade nacional, para reafirmar a posição histórica da AJURIS de que se trata de uma questão de interesse de todo o serviço público.

fonte: Imprensa/AJURIS


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Conselheiros da AMB confirmam congresso em Manaus

O evento, promovido pela AMB, será realizado em agosto de 2012, com apoio da Amazon.

 Reunidos em Brasília, os conselhos de representantes e coordenadorias da Associação dos Magistrados Brasileiros deram o ponta-pé inicial na etapa de organização do I Congresso Internacional de Direito e Meio Ambiente da AMB. O tema foi pauta de um dia inteiro de encontro. O desembargador Aristóteles Thury, presidente da Associação dos Magistrados do Amazonas – e anfitrião do evento, participou da reunião na capital federal e já começou o planejamento local para viabilizar o congresso, “que será um dos maiores que o Brasil já sediou sobre o Tema”, garante Thury.

De acordo com o vice-presidente de Comunicação da entidade nacional, Raduan Miguel Filho, "este não é mais um congresso de Meio Ambiente. Envolverá toda a magistratura brasileira e as unidades congêneres do Meio Ambiente do mundo todo". Ainda segundo Raduan, já foi firmado diálogo com especialistas da Alemanha, China e Índia. "A idéia é tratar de vários assuntos, todos eles relacionados a atuação do magistrado", comenta.

O evento tem despertando tanto interesse, que aposentados e pensionistas ligados a entidade nacional já manifestaram, em carta, o interesse de participar ativamente do Encontro. No documento eles justificaram não só a importância do tema, mas também destacaram a decisão acertada da diretoria da AMB no que diz respeito a escolha do local . “Encontramos em nosso país uma plêiade cultural. Nesse contexto se destaca a Amazônia, um patrimônio da humanidade”, destacam.

Escolha - para o vice-presidente de Assuntos Ambientais da AMB, Rui Guilherme de Vasconcellos Filho, a escolha de Manaus para sediar o evento foi uma decisão unânime da diretoria da associação nacional por considerar o Estado do Amazonas um grande exemplo de preservação das Florestas. "Temos aqui uma das menores taxas de desmatamento e uma natureza exuberante - que inclui um enorme rio subterrâneo, há pouco tempo descoberto. Precisamos chamar atenção para às causas ambientais - e escolhemos fazer isso no centro da maior floresta tropical do planeta, em um Estado que é exemplo de preservação", avalia.

Endossando os motivos da escolha, o presidente da entidade amazonense (anfitrião do evento), ressalta que o Estado tem uma Justiça Ambiental atuante, e por isso, muito a mostrar para o mundo. "A Vara de Meio Ambiente e Questões Agrárias do Amazonas tem reconhecimento internacional, precisamos dividir toda essa experiência", garante Thury.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

COMUNICADO: Ótica Avenida oferece condições especiais para associados

O convênio da Associação dos Magistrados com a Ótica Avenida foi ampliado. Desde janeiro deste ano, estão disponíveis, sem custo para os associados, os seguintes serviços:
- entrega de óculos gratuita em qualquer endereço,
- manutenção gratuita (troca de plaquetas, ajuste na armação),
- visita para demonstração de produtos para aquele (a) que não dispõe de tempo para ir à loja
- e o desconto especial que já é previsto para os associados no caso de aquisição de novas lentes e armações.

Para os interessados em utilizar os serviços, segue abaixo endereço e contato da unidade mais próxima à associação:
Loja 04 – Adrianópolis - Rua Humberto Calderaro Filho, nº 665 Centro Comercial Vila Plaza, Posto de gasolina após o Ida Nelson.
Gestora: Cláudia Einsten - Telefone: 3214-5442

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Prêmio Innovare abre inscrições no dia 1º de março

A partir do dia 1º de março (quinta-feira), o Prêmio Innovare recebe inscrições para a sua IX edição. Este ano, serão aceitas iniciativas ligadas aos temas "Desenvolvimento e Cidadania" e na premiação especial, práticas ligadas à "Justiça e sustentabilidade", em apoio à Rio+20 (conferência da ONU que reunirá no Rio de Janeiro líderes do mundo todo para discutir meios de para diminuir o impacto da humanidade na Terra).

O Prêmio Innovare (www.premioinnovare.com.br) chega a sua nona edição com mais de três mil práticas catalogadas em seu banco de dados. Os interessados concorrem , R$ 50.000,00 (exceto a categoria Tribunal) e podem se inscrever em cinco categorias: Juiz individual, Advocacia, Ministério Público e Defensoria Pública, além do Prêmio Especial, que também oferece ao vencedor um intercâmbio para conhecer de perto o sistema judiciário e autoridades da área jurídica de outros países. As inscrições serão realizadas pelo site da instituição (www.premioinnovare.com.br).

Do Instituto Innovare

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ENM abre inscrições para calendário de cursos de 2012


As inscrições para os cursos de 2012, promovidos pela Escola Nacional da Magistratura (ENM), junto com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), começaram no dia 6, no site www.enm.org.br. Os cursos visam aprimorar os conhecimentos dos Magistrados qualificando a prestação jurisdicional.

Ao todo, serão oferecidos 29 cursos, o primeiro deles está previsto para o dia 22 de março, no auditório da AMB, em Brasília (DF): “O Magistrado e a Construção de modelos para o aprimoramento da cidadania e conscientização da população”.


fonte: ASCOM/AMB

CNJ ainda enfrenta questionamentos no STF


O julgamento sobre os limites do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), concluído na semana passada no Supremo Tribunal Federal (STF), teve desfecho favorável para o órgão de controle na maioria dos pontos questionados. No entanto, essa é apenas uma das ações que tramitam no Supremo contra o CNJ.

A regra do Regimento Interno do CNJ que permite o livre fluxo de informações sigilosas com entidades monetárias, fiscais e empresas de telefonia é uma das prerrogativas questionadas. As três maiores associações de juízes do País, incomodadas com as amplas investigações da Corregedoria do CNJ contra juízes, defendem que o acesso a dados sigilosos deve ocorrer apenas por decisão judicial. O processo está sob responsabilidade da ministra Rosa Weber, mas até agora não houve decisão.

A questão do sigilo também está sendo tratada em outra ação no STF sobre um caso concreto. A investigação das folhas de pagamento de 22 tribunais do País, iniciada pela Corregedoria do CNJ no ano passado, levou as mesmas associações de juízes a entrar na Justiça. Elas alegavam que a Corregedoria Nacional estava quebrando sigilo de 216 mil juízes e servidores ilegalmente e pediam uma resposta rápida contra a devassa. O ministro Ricardo Lewandowski atendeu ao pedido, e hoje o caso está sob responsabilidade de Luiz Fux.
A obrigação de juízes e tribunais cumprirem imediatamente as decisões do CNJ é outro item que gera discussão no STF. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) questionou, em 2010, uma regra do Regimento Interno do CNJ, segundo a qual decisões do conselho devem se sobrepor a qualquer decisão judicial ¿ exceto quando o assunto estiver no STF. Para a AMB, nenhuma decisão administrativa deve valer mais que uma judicial. O Ministério Público já se manifestou contra o pedido no final do ano passado, mas até agora não houve novo andamento. O relator é o ministro Gilmar Mendes.

As regras do CNJ que garantem poderes ao próprio órgão não são o único alvo das ações. Resoluções que sistematizam a prestação de Justiça em todo o País também vêm incomodando os Três Poderes, que frequentemente acionam o STF contra atribuições do conselho. As associações de juízes são as mais ativas, questionando, por exemplo, resoluções sobre o horário fixo de expediente nos tribunais, o uso de carros oficiais e a extinção de alguns benefícios de juízes.

Os governos do Pará e do Paraná também já foram ao STF reclamar sobre uma resolução que estabelece regime de pagamento de precatórios. No Legislativo, a Assembleia de Pernambuco se indispôs contra a estipulação de regras sobre o preenchimento de cargos em comissão.

Até a Procuradoria-Geral da República, defensora de amplos poderes do CNJ no julgamento da semana passada, tem uma ação contra o conselho tramitando no STF. Em 2008, o então procurador Antonio Fernando de Souza afirmou que o CNJ passou dos limites ao criar regras sobre o processo judicial de interceptação telefônica. O relator é o ministro Gilmar Mendes, que presidia o CNJ à época e defendeu regras mais rígidas para a quebra do sigilo telefônico. O último despacho foi feito em agosto do ano passado.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Desembargador representa o Amazonas em curso de Direito da Saúde e da Bioética


Thury no campus da Universidade
de Lisboa - Faculdade de Direito.
“Vivemos em uma época em que as ciências médicas avançam como nunca antes se viu. É aconselhável que os operadores do direito se qualifiquem para o atendimento de novas demandas na relação médico-paciente e em relação aos contornos da Bioética. Não podemos perder o compasso com a realidade que estamos sujeitos a julgar”. Foi esse pensamento que motivou o desembargador Aristóteles Thury a participar do curso de Direito da Saúde e da Bioética, realizado pela Escola Superior da Magistratura de Pernambuco (Esmape) em parceria com a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, de 30 de janeiro a 03 de fevereiro.

O conteúdo incluiu temas relacionados ao Direito à Saúde, Problemas Filosóficos na Bioética, Limitações e Direito à Reprodução Assistida, Análise Econômica da Responsabilidade Civil Médica, Direito do Paciente, Disposições Antecipadas da Vontade, dentre outros assuntos atuais.

Presidente e Vice-Presidente do Superior
Tribunal de Justiça de Portugal recebendo
a visita dos magistrados brasileiros.
Além do caráter acadêmico, o evento também teve a finalidade de estreitar os laços entre o judiciário brasileiro e português.


Fez parte do curso visitas ao Centro de Estudo Jurídico de Portugal, ao Tribunal de Relações (o equivalente ao Tribunal de Justiça) e ao Superior Tribunal de Justiça daquele país.


Para Thury, “a troca de conhecimento e o estreitamento das relações institucionais não só em nível de Brasil-Portugal, mas também entre colegas de outros Estados, amadurece nossas decisões, torna o Direito mais inteligente e o magistrado mais sóbrio e equilibrado para atuar nessas questões tão contemporâneas”, reflete o desembargador que foi o único do Amazonas a participar do Evento.


O convite partiu do diretor da Escola Superior da Magistratura, desembargador Flávio Humberto Pascarelli Lopes, que de acordo com Thury é um magistrado incansável na luta pela qualificação dos operadores do Direito.


Dado a importância do tema, o Tribunal de Justiça de Pernambuco contou com a presença de 15 magistrados e três servidores.